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Bindu
nasceu em Copenhage, em 1951. Desde cedo começou
a tocar guitarra, tendo desenvolvido, entretanto,
o seu próprio estilo. Possui uma capacidade
técnica extraordinária, mas vai
além disso. A música de Bindu reflete sentimentos
arrebatadores, freqüentemente associados à
beleza e à alegria. Sua capacidade, multifacetada,
como compositor e músico, leva os ouvintes a
uma viagem interior. Os sentidos são estimulados,
deixando o ouvinte mais consciente, desperto e muito presente.
“Por vezes, quando toco música, consigo
alcançar um estado de presença total,
de estar aqui e agora, uma intensidade absoluta, em que tudo o resto fica para trás”,
afirmou Bindu um dia. Talvez esta presença
seja um dos segredos da magia da sua música.
Os concertos de Bindu são muito raros, mas quando isso finalmente
acontece, cativa como que por magia, até mesmo
grandes platéias, quer se trate das
melodias simples que executa na sua guitarra acústica
ou de arranjos maiores, acompanhados por uma orquestra. Bindu tocou com outros músicos conhecidos do
New Age, como Pushkar, Karunesh, Anugama, Palash,
Rishi e muitos outros.
A maior parte das pessoas conhece Bindu através
dos seus álbuns instrumentais, mas sabia que
ele também gravou músicas com poemas
em inglês? Foi o caso do álbum “All
is One”, em 1996.
Em muitos países, Bindu é o artista
que mais vende entre todos os que a Fonix Musik já
lançou. Inclusive em Singapura, onde um crítico
de música comparou o estilo de Bindu, os seus
conhecimentos técnicos e a sua expressão
artística à do próprio George
Harrison. Uma comparação que não
é totalmente descabida e que, de certo modo,
constitui um elogio para este músico dinamarquês,
com grande implantação internacional.
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